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"Um Curinga é um pequeno bobo da corte; uma figura diferente de todas as outras. Não é nem de paus, nem de ouros, nem de copas e nem de espadas. Não é oito, nem nove, nem rei e nem valete. É um caso à parte; uma carta sem relação com as outras. Ele está no mesmo monte das outras cartas, mas aquele não é o seu lugar. Por isso pode ser separado do monte sem que ninguém sinta falta dele." O que você vê aqui em palavras, imagens e interação eletrônica é um símbolo. O que há por trás da máscara não importa, pois um dia ele acaba. Mas um símbolo é eterno, e o Curinga é eterno. Acredite nele. Monólogo Quimérico
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