De que adianta morrer e ser lembrado em quadros, em livros? Ser homenageado em praças públicas, em palácios reservados? Ter um dia comemorativo da saudosa saudade?
De que adianta ter a fama de que foi alguma coisa? Ter salvas de tiros de canhões no dia do enterro? Ser referência em um prêmio a ser conquistado? Ser respeitado pelo que um dia criou? Ter nome de rua ou avenida? Ser citado em eventos? Ou servir de inspiração para fantasia em uma festa?
De que adianta?
Adianta apenas ficar a palavra registrada enquanto as letras resistirem, a ser lida por novas mentes, em velhos dilemas da humanidade.
Adianta ver o desenho e retornar ao conceito questionado no passado.
Adianta saber que os rabiscos estão vivos. A degustação das mentes.
Adianta morrer e saber na consciência debaixo da terra que se perpetuam sobre a terra toda a reflexão concebida em vida.
A morte não é o fim de tudo.
Foto: registrada por mim na praça dos 3 Poderes em Brasília-DF, na companhia do grande amigo Erlon Teles.
Sugestão de Leitura
INDIVIDUAIS - Autor: VIANA, TIAGO - Editora: NOVO SECULO - Assunto: LITERATURA BRASILEIRA-ROMANCE
SICILIANO: http://www.siciliano.com.br/livro.asp?orn=LSE&Tipo=2&ID=957297
No ar a Crítica-mídia cearense:
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