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Pois é amigo e assim segue os versos
Meu mundo é pequeno cabe n'um cadinho
Minha rima me aproxima de amplexos
Alguns sinto, outros deixo no caminho
O poema certo para o lugar exato é eterna busca,
E na infinda busca: Dou a conhecer e conheço;
Compaixão, martírio, ilusão, piedade, fealdade.
No templo erguido; neste castelo de cristais
Eu me sento e no intento de saber dos céus
Apreendo do mar e das terras, das flores e do apreço!
Das águas e das crianças do simples e do belo
Não sei do certo, não sei do errado. Se sou pecado!
Peco! Aprendo e esqueço e eis o tormento? Aprendi?
Sou comum... Assim... Assim... Cruz e espaço e eterno fim!
Ouse me dizer amigo! O verbo é castigo?
OLIMPIO CESÁRIO DO PRADO
O verbo que apascenta traz os ventos,
Alimentando guerras, calmarias.
Enquanto afaga, aclara os sentimentos
Denota as talibãs lutas. Sombrias.
Das águas e dos céus, revoluções,
Amenizando as dores, as provoca
Pecados em martírios, com paixões,
Paixões que nos saciam, areia ou roca.
O verbo traz o belo e o mostra a cruz,
Cevando as esperanças, logo as mata
Deixando os corações cobertos, nus.
Palavra que alimenta e nos assalta,
Às vezes servidão outras ingrata.
Por vezes cuidadosa, mas incauta..
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